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Gaião e Oliveira Advogados Associados
Direito Previdenciário · Auxílio-doença

Quando a saúde impede o trabalho, o auxílio-doença é direito — e indeferimento ou alta indevida têm como ser revertidos

Pedido negado pela perícia, alta médica sem melhora clínica, prorrogação ignorada, cessação automática: cada caso tem um caminho técnico para garantir o que a lei prevê.

  • Recurso administrativo e ação judicial com nova perícia
  • Orientação sobre documentação médica e prorrogação
  • Atuação para retroagir o benefício ao início da incapacidade
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Análise do seu auxílio-doença

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Pode estar acontecendo com você

Situações que pedem orientação imediata

Alta indevida ou cessação podem ter reversão — mas o tempo importa.

i.

Pedido de auxílio-doença negado pela perícia

ii.

Alta médica mesmo com atestado em vigor

iii.

Auxílio cessado sem nova perícia

iv.

Pedido de prorrogação ignorado

v.

Demora do INSS além dos prazos legais

vi.

Doença ocupacional ou acidente sem reconhecimento

Cenários atendidos

Situações típicas em auxílio-doença

Cada quadro clínico tem provas específicas — e o INSS responde diferente a cada um.

Doenças musculoesqueléticas (hérnias, LER/DORT, artrose)

Quero orientação →

Transtornos psiquiátricos (depressão, ansiedade severa, burnout)

Quero orientação →

Doenças cardiovasculares e respiratórias

Quero orientação →

Doenças oncológicas em tratamento

Quero orientação →

Pós-operatórios complexos

Quero orientação →

Acidentes de trabalho e doença ocupacional (auxílio B-91)

Quero orientação →

Negativa por suposta falta de carência

Quero orientação →

Prorrogação e pedido de recurso administrativo

Quero orientação →

Conversão em aposentadoria por incapacidade

Quero orientação →
Por que buscar orientação

O que muda com condução técnica do caso

Perícia bem preparada e documentação organizada fazem diferença real.

Estratégia para perícia administrativa e judicial

Recurso contra alta ou cessação

Ação para retroagir DIB

Reconhecimento como benefício acidentário quando cabível

Acompanhamento da prorrogação

Comunicação clara, sem promessa de resultado

Quebra de objeções

Pensamentos comuns antes de procurar orientação

Dúvidas frequentes de quem teve pedido negado ou cessado.

A perícia me considerou apto, não tem o que fazer.

Tem. Recurso administrativo e ação judicial com nova perícia revertem muitos casos.

Já voltei ao trabalho com dor, perdi o direito.

Não. Retomar não impede pedir auxílio relativo ao período em que você esteve incapaz.

Sou autônomo, não tenho direito.

Contribuinte individual com qualidade de segurado e carência também tem direito.

Quanto tempo até receber?

Em juízo, perícia tende a ocorrer em poucos meses. Pagamento de atrasados vem após decisão.

Dúvidas frequentes

Auxílio-doença — dúvidas comuns

Respostas rápidas para o que mais perguntam.

Quanto tempo de contribuição preciso ter? +
Em regra, 12 meses (carência). Em acidentes e doenças graves listadas, há dispensa.
Quanto recebo? +
Cálculo é feito sobre a média dos salários-de-contribuição, com limites legais. A equipe explica o valor estimado.
Posso pedir prorrogação? +
Sim, dentro dos 15 dias anteriores à cessação. Indeferimento abre prazo para recurso.
Posso fazer perícia particular? +
Vale como prova em juízo, mas a oficial é determinante administrativamente.
Vocês acompanham a perícia? +
Sim, com orientação sobre documentos, dinâmica e expectativas.
Tive negativa há muito tempo, posso buscar agora? +
Em muitos casos sim, observado o prazo prescricional. Vale análise.
próximo passo

Antes de aceitar uma alta indevida, descubra se o seu auxílio-doença pode ser restabelecido

Cada semana sem benefício pesa no orçamento — e há caminhos rápidos quando a documentação está organizada.

Sem promessa de resultado. Orientação responsável e individualizada. · (61) 3522-8382 · contato@gaiaoeoliveira.adv.br